A
minha cuca louca é plena de juízo: Desejo em tua boca o mais belo sorriso
CDA adaptado
segunda-feira, 16 de julho de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Dar-lhei-ei
Dar-lhe-ei uma flor
Mas não uma simples flor
Pois essa flor traz o meu amor
Traz a certeza daquilo que hoje é
E ao seu lado sempre será
E ninguém há de olvidar
E nem mesmo discordar
Que a cura da dor
Sempre esteve no amor
Roldan Alencar
terça-feira, 3 de julho de 2012
O meu eu poético...
"O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente."
Fernando Pessoa
É nessas horas que o meu eu-poético
Quer se libertar
E o meu-lírico
Se extremesse e se funde com meu ser
Para imaginar o que está dentro
Tão mais sublime daquilo que me cerca
Porque muitas vezes
A vida é severa demais pra ser vivida
E os sonhos brandos demais para serem sonhados
Roldan Alencar
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente."
Fernando Pessoa
É nessas horas que o meu eu-poético
Quer se libertar
E o meu-lírico
Se extremesse e se funde com meu ser
Para imaginar o que está dentro
Tão mais sublime daquilo que me cerca
Porque muitas vezes
A vida é severa demais pra ser vivida
E os sonhos brandos demais para serem sonhados
Roldan Alencar
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Me perdi
Um dia
Me perdi
No labirinto dos meus pensamentos
E lá dias fiquei
Encontrei tanta coisa
Nas paredes da memória
Que me surpreendi
Com tamanha lembrança
Vi coisas que jamais imaginei
E vivi coisas que nunca sonhei
E nos corredores do
Espiral do meu labirinto
Encontrara salas, quartos
Pessoas, vazios, luzes
Sabores, dias, noites
Tardes e verões
E quando cheguei ao inverno
Senti calafrios
Quando de longe escutei de longe
Uma voz que dizia
Ainda é cedo
É dia de primavera
Acorde e floresça
Roldan Alencar
Me perdi
No labirinto dos meus pensamentos
E lá dias fiquei
Encontrei tanta coisa
Nas paredes da memória
Que me surpreendi
Com tamanha lembrança
Vi coisas que jamais imaginei
E vivi coisas que nunca sonhei
E nos corredores do
Espiral do meu labirinto
Encontrara salas, quartos
Pessoas, vazios, luzes
Sabores, dias, noites
Tardes e verões
E quando cheguei ao inverno
Senti calafrios
Quando de longe escutei de longe
Uma voz que dizia
Ainda é cedo
É dia de primavera
Acorde e floresça
Roldan Alencar
domingo, 1 de julho de 2012
O poeta Vinícius...
Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
Vinícius de Moraes
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
Vinícius de Moraes
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"Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar."
Clarice Lispector
Depende de quando e como você me vê passar."
Clarice Lispector







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